Criatividade: o que aprendi com os livros . parte 1
Desde criança, o assunto da criatividade sempre me fascinou e os livros foram um dos caminhos para me aprofundar e conhecer outras visões sobre o tema. Esse meu interesse que também me levou a me formar em Comunicação Social e depois fazer uma especialização em ‘Processos criativos da palavra e imagem’, pela PUC Minas. Nesta série “Criatividade: o que eu aprendi com os livros”, vou compartilhar os principais aprendizados que eles me trouxeram. Nesta primeira parte, vou te apresentar 3 deles. Mas, desde já, quero deixar um alerta: criatividade não é assunto que se aprenda só lendo ou estudando. Eu trabalho diariamente com criatividade há mais de 15 anos e posso te afirmar que não existe maneira melhor de enfrentar os desafios criativos do que criando. Porém, posso te garantir também que entender o que se passa na nossa cabeça e encarar os nossos fantasmas de frente pode elevar a sua produção criatividade para outro nível. • Roube como um artista, Austin Kleon Curtinho, direto, subversivo e certeiro. Nesse livro, Austin Kleon busca romper com a ilusão da originalidade tão atrelada ao conceito de criatividade. Segundo ele, nada é original, nada vem do nada. Todas as ideias foram criadas a