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Criatividade: o que aprendi com os livros . parte 1

Desde criança, o assunto da criatividade sempre me fascinou e os livros foram um dos caminhos para me aprofundar e conhecer outras visões sobre o tema. Esse meu interesse que também me levou a me formar em Comunicação Social e depois fazer uma especialização em ‘Processos criativos da palavra e imagem’, pela PUC Minas. Nesta série “Criatividade: o que eu aprendi com os livros”, vou compartilhar os principais aprendizados que eles me trouxeram. Nesta primeira parte, vou te apresentar 3 deles. Mas, desde já, quero deixar um alerta: criatividade não é assunto que se aprenda só lendo ou estudando. Eu trabalho diariamente com criatividade há mais de 15 anos e posso te afirmar que não existe maneira melhor de enfrentar os desafios criativos do que criando. Porém, posso te garantir também que entender o que se passa na nossa cabeça e encarar os nossos fantasmas de frente pode elevar a sua produção criatividade para outro nível. • Roube como um artista, Austin Kleon Curtinho, direto, subversivo e certeiro. Nesse livro, Austin Kleon busca romper com a ilusão da originalidade tão atrelada ao conceito de criatividade. Segundo ele, nada é original, nada vem do nada. Todas as ideias foram criadas a

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Cartas de mentira para um Manoel de verdades

Esse projeto nasceu da minha paixão por Manoel de Barros e da minha vontade de falar sobre poesia. Dele, surgiram várias cartas que estou postando aos poucos nas redes sociais. Acompanhe as primeiras delas aqui.   { Carta #1 } Querido Manoel, desculpe a intimidade. Às vezes, eu me sinto como se já te conhecesse. Talvez de outras vidas. Vidas inventadas, claro, o que pouco importa. O que sei é que me sinto em casa nas suas palavras. Uma familiaridade que me faz querer te escrever. Preciso te confessar. Nunca tive um quintal. Não vivi na roça. Mas acho que fui salva pela casa da minha vó. Foi lá que preenchi meu baú da infância. Acho que tratei de compensar a ausência dos bichos com os retalhos. Eram muitos naquela casa. O que não servia mais para costura era pano de sobra pra minha imaginação. Restos. Você entende bem disso, né, meu amigo? O que posso dizer mais pra me apresentar? Posso pegar suas palavras emprestadas? Sou do tipo que preza mais insetos que aviões. Acho que isso diz muito das pessoas. O seu prezar é bastante revelador. Você traduziu isso tão bem. Diga me o que te encantas que

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Sobre sair da sombra

Deixa eu te contar uma coisa: por muito tempo, eu acreditei que o que me faltava era talento, habilidade ou algo do tipo. A verdade é que o que me faltava era co-ra-gem. Coragem pra encarar os meus medos. Coragem pra dar o primeiro passo. Coragem pra experimentar, pra acreditar que o que eu criava tinha valor, pra assumir as minhas imperfeições, pra admitir que eu ainda precisava, sim, aprender algumas coisas, mas que isso não deveria me paralisar. Coragem pra colocar o meu trabalho e o meu sonho no mundo. O que eu chamei de coragem a Julia Cameron chama de audácia. No livro “O Caminho do Artista”, ela diz que “muitas vezes é a audácia, e não o talento, que torna uma pessoa artista e outra, uma artista-sombra – escondendo-se com medo de expor seu sonho à luz, temeroso de que ele se desintegre a um mero toque.” Ela fala sobre artistas, mas a gente pode substituir essa profissão por qualquer outra. Seja por falta de apoio, seja por falta de confiança, seja por achar que é tarde demais, seja por acreditar que aquilo não vai nos trazer retorno financeiro, é muito comum que a gente acabe camuflando os nossos sonhos, não é

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Chá com Asas – encontro criativo

Um chá é um convite para a pausa. O Chá com Asas é um convite para uma pausa criativa. Um encontro para entrar em contato com você mesma. Um espaço para se conectar com outras mulheres criativas. Uma oportunidade para dar asas à criatividade. Este será o primeiro de uma série de encontros que batizei como Chá com Asas. A cada encontro, teremos atividades práticas e conversas profundas sobre o universo da criatividade. O roteiro de cada encontro será único e secreto. Só quem estiver lá poderá viver esta experiência. Os encontros do Chá com Asas serão independentes, porém, complementares. Para esta primeira edição, te trago algumas pistas do nosso caminho: palavras e imagens inspiradoras, atividades para trazer a criatividade à tona e dicas de como canalizar essa energia sem se perder em meio a tantas ideias.   Para quem é este encontro? O Chá com Asas é para mulheres que sentem pulsar dentro de si um ímpeto criativo. Mulheres que sentem uma paixão tão grande por contar histórias que esta transborda sob a forma de cores, palavras, imagens, objetos, sons, movimentos, sabores… Estou falando de artistas, escritoras, ilustradoras, bordadeiras, cantoras, terapeutas, coaches, empreendedoras ou para você que não se encaixa

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30 coisas que podem estar te afastando da criatividade

Outro dia, eu fiz uma pergunta na minha lista de e-mails, a Caixa de Waaus: “o que tem te impedido de se conectar mais com a sua criatividade?” Eu recebi algumas respostas, entre elas, a seguinte: “A resposta à sua pergunta é: não sei! E isto é muito impactante!” Sim, isso é muito impactante. Mas é também muito comum. E isso acontece porque muitos dos motivos que nos impedem de sermos mais criativas (ou criativos) nem se quer se chegam a nossa consciência. Foi pensando nisso que eu resolvi listar alguns deles. Muitos deles vêm da minha própria experiência, outras das respostas que recebi ou de  leituras sobre o tema. 30 coisas que podem estar te afastando da criatividade: 1.     Não se achar uma pessoa criativa 2.     Duvidar do seu talento 3.     Se levar a sério demais 4.     Não se permitir experimentar 5.     Ter medo de errar 6.     Se comparar demais com os outros 7.     Ter vergonha de se expor 8.     Depender da aprovação ou do apoio do outro pra começar 9.     Ter medo do julgamento do outro 10.  Dar ouvidos ao seu crítico interior 11.  Estar cercada(o) de pessoas críticas 12.  Achar que é tarde demais para começar 13. 

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Corajômetro: qual o tamanho da sua coragem?

Saltar de paraquedas, escalar uma montanha, nadar com tubarões, domar leões ou enfrentar dragões. Por muito tempo, acreditei que esse era o tipo de coisa que pessoas corajosas faziam. O que, automaticamente, me excluía de tal categoria. Esse foi o retrato da coragem que aprendi com os livros e os filmes na minha infância. Por sorte, fui conhecendo outras histórias e pude enxergar que essa era apenas uma das faces da coragem. Entendi que a coragem não exige grandes atos heróicos, ela pode estar nos pequenos gestos, que ser corajoso não é o oposto de ser destemido, pelo menos, não no sentido de não sentirmos medo. Ser corajoso é agir apesar desse medo. Diante dessa nova visão, me vieram algumas perguntas: se a coragem pode estar em qualquer lugar, será possível medir ou comparar um ato corajoso? O que exige mais coragem: saltar de paraquedas ou contar a sua história para o mundo? Domar leões ou lançar um produto criativo? Nadar com tubarões ou declarar seu amor para alguém? Isso me fez pensar em alguns exemplos. Eu tenho um amigo que escala uma montanha com muita tranquilidade e atenção, sem sentir praticamente medo nessa jornada. Agora, experimente, convidá-lo para falar

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A armadilha das escolhas

“Você TEM que escolher!” Será mesmo? Quantas você foi levado a fazer uma escolha pelo simples fato de que você PRECISAVA escolher? Quantas vezes você já escutou coisas como: “não se pode ter tudo” ao longo da sua vida? E quantas ouviu: “ou você ama o que faz ou você ganha dinheiro”? A lista continua com: “ou você é bonita ou você é inteligente. Ou você é forte ou é delicada. Ou você é macho ou você é sensível. Ou você fica rico ou se torna uma boa pessoa. Ou você casa ou compra uma bicicleta…” Eu sei que, muitas vezes nós precisamos, sim, fazer escolhas e nos posicionar. Só que acabamos nos esquecendo que nem todas as escolhas são excludentes. O mundo não está dividido em dois lados como fomos ensinados a pensar. Bom ou mal. Certo ou errado. Direta ou esquerda. Entre o preto e o branco, existem bem mais de cinquenta tons de cinzas. São muitas as crenças que a gente carrega sem ao menos nos dar conta, não é mesmo? E você já parou para pensar em como essa ilusão do “ou isso ou aquilo” nos limita e nos impede de seguir um caminho mais autêntico

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A arte de ver e escrever

Dentro da palavra escrever, existe uma outra palavrinha escondida: ver. E é aí que mora o segredo de uma escrita realmente envolvente: a arte de ver. Todo ato criativo começa primeiro pelo olhar. E quando digo olhar, quero dizer ver de fato, sair do automático e se permitir sentir. Podemos ver com os olhos, mas também podemos ver com os ouvidos, com o nariz, com o toque, com a alma. Ver é se abrir para as infinitas possibilidades que vivem em cada ser, em cada objeto, em cada palavra. Trago aqui as palavras de Rubem Alves sobre o que eu acredito ser um dos grandes segredos de escrever, a arte de ver. A complicada arte de ver, por Rubem Alves Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões _é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive

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Palavra Asa: voos livres na escrita

Toda palavra é asa.  Toda escrita é voo. Nos tira do chão, nos faz levitar e nos transporta para outros mundos. Você também tem paixão pelas palavras? Gosta de observar o mundo e colecionar encantamentos? Quer criar seus próprios voos na escrita? Palavra Asa é um convite para você exercitar um olhar diferente sobre as palavras e sobre o mundo. Um chamado para enxergar novos ângulos que só quem ousa parar no ar pode experimentar. Um curso, ou melhor, um (per) curso online onde eu vou te conduzir pela escrita criativa, sensível e poética. Um caminho com muitos exercícios, inspirações e voos livres. Aonde as suas asas vão te levar não posso precisar, mas te prometo flores pelo caminho. Saiba mais aqui. Para receber as informações sobre a próxima turma, faça seu cadastro aqui.

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Art journal: o que é e como criar o seu

Muito tem se falado do bullet journal, ou bujo, uma espécie de diário de organização feito manualmente. Mas você já ouviu falar de art journal? O art journal ou, simplesmente, journaling, é uma modalidade que vem ganhando muitos adeptos no exterior e que, aos poucos está crescendo no Brasil. Entre os benefícios da prática do art journal estão o aumento da clareza, a potencialização da criatividade, o contato com os nossos sentimentos e com a nossa intuição. Antes de explicar, o que é o art journal, quero te convidar a conhecer a origem da palavra journal. A origem do journal ‘Jour’ significa dia em francês. É daí que vem não apenas a palavra inglesa ‘journal’, que significa diário, como também ‘journey’, que quer dizer jornada ou viagem. E foi exatamente com as grandes viagens que surgiram os primeiros diários: os diários de bordo, onde eram registradas informações bem objetivas como condições climáticas por exemplo. Com o passar do tempo, os diários foram foram evoluindo e ficando mais pessoais e subjetivos. Hoje, existem vários tipos de journal, entre eles, o bullet journal e o art journal. A viagem que antes era externa se tornou um jornada interna. O que é o

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Quem cria

Dani Brandão

Encantadora de palavras e imagens. Facilitadora de fluxos criativos. Criadora da Waau. 

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